Texto: Uma pedra no meio do caminho - conto do folclore alemão
Resenha Crítica Literária: é um texto que se faz para analisar uma obra literária do ponto de vista estético e interpretativo. O texto deve ser escrito em 3º pessoa e levar em consideração os elementos e recursos estéticos, bem como a interpretação e análise do texto. No caso dos alunos do 1º ano, o trabalho foi feito a partir dos elementos da narrativa que foi o gênero estudado por eles. Eles tiveram que analisar um conto (texto narrativo) e elaborar a resenha crítica em grupo de no máximo 4 alunos. Primeiramente, eles responderam a um questionário individualmente. Em um segundo momento, em grupo, eles tiveram que discutir suas respostas e elaborar suas críticas. O resultado de algumas delas, pode ser visto abaixo, juntamente com o texto de referência: Uma pedra no meio do caminho.
A história fala sobre um duque que queria testar se ainda existiam pessoas boas nesse mundo. ele era um duque diferente, pois ele sempre ajudava os aldeões quando estes precisavam, mas por isso os aldeões ficaram mal acostumados.
Então, colocou uma enorme pedra na única estrada que dava acesso à aldeia e ficou esperando. Todos passavam e criticavam o duque por deixar aquela pedra ali. Já quase desistindo, chegou o filho de um moleiro, tirou a pedro do caminho por boa vontade, então percebeu que debaixo da pedra havia um saco de dinheiro. O duque lhe ofereceu dinheiro e, graças a isso, retomou a esperança na humanidade.
Na narrativa há 11 personagens: o duque, aldeão, camponês, duas mulheres, soldados, padres, mercadores, jovens, os velhos e o filho de um moleiro.
O protagonista da história é o duque. A narrativa apresenta um narrador observador que possui grande importância pelo fato de saber toda a história e todos os detalhes sobre os personagens. Essa história ocorre em uma aldeia na idade média. O tempo da narrativa é psicológico porque não apresenta horas ou datas, apesar do ambiente da história nos dar uma noção de época.
Podemos fazer uma boa reflexão sobre as atitudes dos aldeões. Eles se tornaram acomodados e preguiçosos, visto que sempre tinham a ajuda do duque e não precisavam se esforçar. Por isso, o herói da história é o filho do moleiro, pois ele deu um exemplo de cidadania, quando todos não o fizeram.
A cidadania é a vontade e as atitudes que tomamos para o bem da comunidade em geral. O voto é uma forma de exercermos a cidadania, mas ela não se resume em votar. Exercer a cidadania começa na vida escolar, com a convivência entre alunos e professores, que a partir desta começa a ter uma postura disciplinada e séria em relação aos outros e ao meio em que vivem.
A história nos faz refletir sobre a atitude do protagonista que age diferente de todos, de forma a receber uma recompensa. Sua atitude salva a humanidade. E assim deve ser na vida real. Devemos deixar um pouco de lado as atitudes egoístas e nos preocuparmos um pouco mais com a sociedade, só assim a humanidade terá a salvação.
Anayele Cristine, Brenda Regina Alves, Carolina Nunes, Kelly Estephany - 1º A
A narrativa conta que devemos retirar as pedras do nosso caminho. Para contar a história, o narrador fez uso de vários personagens, fazendo com que a mesma pudesse ter sentido. A história toda acontece em torno do Duque, que foi o responsável pela pedra no meio do caminho.
É possível perceber que o narrador do texto é observador, pois podemos enxergar que ele não participa da história. Ele conta que a narrativa foi vivenciada em uma aldeia próxima a um palácio. O tempo é psicológico porque não há especificação de datas.
Fica claro na história que as pessoas se acomodaram com a situação de ter a pedra no meio do caminho e, portanto, não preocuparam em retirá-la, isso porque todos achavam que o duque tinha obrigação de tirar. Na nossa opinião, a cidadania não é apenas votar e esperar que os governantes salvem a pátria. Não, também temos que fazer nossa parte.
Na vida escolar devemos sempre contribuir para um rendimento melhor, para que todos possamos atingir os nossos objetivos. Nós acreditamos na sociedade/humanidade, porque apesar das más influências, existem pessoas que querem mudar o mundo como o menino que retirou a pedra do caminho.
Thainá Elazir, Yara Andrade - 1º B.
Certo duque que morava próximo a uma aldeia decidiu ver se os aldeões eram bondosos e gratos a ele. Então, decidiu colocar uma pedra na única estrada que permitia acesso à aldeia. De embaixo desta pedra colocou um saco de moedas de ouro. Todos que passavam ali, reclamavam da pedra e do duque, até que um certo garoto que por ali passava, resolveu retirar a pedra, então ganhou o saco de moedas. E o duque teve sua fé na humanidade resgatada.
Esta história envolve 11 personagens - duque, aldeões, duas mulheres, camponeses e soldados, padres e mercadores, jovens e velhos, e o rapazinho. O protagonista é o duque e a sua importância para a trama foi mostrar que no meio de tantas pessoas preguiçosas e rabugentas, havia pessoas boas.
Temos um narrador observador (de 3ª pessoa), pois sua função é observar e relatar os fatos ocorridos. Essa narrativa se desenvolve na única estrada da aldeia, em um tempo psicológico, pois não tem uma data exata.
Nesse conto, o povo tornou-se acomodado, pois o duque os ajudava em tudo, então todos esperavam que qualquer problema que surgisse era obrigação dele revolver.
Contudo, podemos perceber que exercer a cidadania não é apenas votar e esperar que os governantes salvem a pátria, pois temos que mostrar para que viemos, fazer manifestações pacíficas e não nos conformarmos com a corrupção. Já na vida escolar, não devemos esperar um pelo outro, nem ficarmos na comodidade, devemos fazer o que está ao nosso alcance.
Concluímos que todos somos capazes de conseguir aquilo que queremos, basta ter fé, coragem e força. Percebemos isso no último parágrafo, que nos informa que mesmo diante de tantas incertezas, devemos ter fé naquilo que pensamos. Não devemos perder as esperanças na humanidade.
Darlene da Silva, Juciane Silva, Minicaele Abreu, Vitória de Araújo - 1º B
Nessa narrativa o duque foi testar os aldeões para ver se algum deles iria fazer um favor para a comunidade. Nisso, ele pegou uma pedra e colocou no meio do caminho para atrapalhar a passagem e, debaixo da pedra, colocou um saco de moedas como recompensa.
Na narrativa existem 11 personagens: o duque, o aldeão, duas mulheres, mercadores, jovens, velhos, soldados, padres e o filho do moleiro. O duque é o personagem principal dessa história, e foi ele quem colocou a pedra no caminho para o desenvolvimento da narrativa. O narrador dessa narrativa é do tipo onisciente, pois é ele quem está contando a história, ou seja, está atuando como "observador". A história se passa na aldeia, e o tempo da narrativa é psicológico, pois é um fato que está acontecendo no momento sem uma definição de data.
Conta-se na narrativa que o duque era uma pessoa boa para todos os aldeões e, por causa disso, eles se tornaram pessoas acomodadas, ou seja, sempre esperando que os problemas fossem todos resolvidos pelo duque. Algo parecido acontece nos dias de hoje. As pessoas pensam que o único dever delas é votar e depois esperar que os governantes resolvam todos os problemas que vierem a aparecer. O que deve ser feito é uma conscientização por parte das pessoas. Todas as pessoas - e isso inclui os alunos e todas as pessoas envolvidas na vida escolar - devem fazer a sua parte de acordo como o que está no alcance de cada um. Essa história tem como objetivo mostrar que nós ainda devemos ter fé na humanidade. Quando o rapaz vê a pedra e se conscientiza que o melhor a ser feito é retirar a pedra do caminho, é isso que ele faz.
Isabela Sanches - 1º C
O duque era bondoso com todos da cidade, mas as pessoas estavam se acomodando porque ele fazia tudo para o povoado, porém certa vez ele decidiu colocar uma pedra no caminho bem pesada e ficou escondido, pessoas passavam e falavam mal do duque, reclamando por não ter tirado a pedra, então apareceu um menino pobre e decidiu tirar a pedra. Enfim, ele tirou e teve uma grande recompensa: moedas de ouro. O duque ficou feliz porque ainda existem pessoas bondosas no mundo.
Na aldeia há 11 pessoas: o duque, aldeão, duas mulheres, camponeses, soldados, padres, mercadores, jovens, velhos e filho do moleiro. O protagonista dessa história é o duque, pois ele tem uma importância, foi dele a ideia de ver se tinha alguma pessoa disposta a ajudá-lo. Nessa história o narrador é observador e aconteceu em uma estrada estreita, na entrada e saída da aldeia. O tempo é psicológico, pois não é definido. O povo se tornou acomodado porque o duque sempre fazia tudo e eles acabaram ficando acomodados por sempre ter alguém para fazer tudo.
Na nossa opinião, devemos votar e lutar por nossos direitos, não só esperar pelos governantes, devemos correr atrás. O papel que deve ser empregado ao aluno deve ser de disciplina e atenção para que possa ter um bom empenho e não se acomodar.
Nós acreditamos na humanidade, pois observamos no dia-a-dia fatos de solidariedade, jovens dando preferência a idosos no ônibus, pessoas dando preferência a gestantes na fila do mercado e pessoas a se erguerem do chão com a ajuda de outras após uma queda.
Simone Carina, David, Hiago, Pedro Ygor e André - 1º M


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